Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses 2021

    8 Novembro, 2022 cicf 580 Sem comentários

    Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses 2021

    O Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses 2021 foi oficialmente apresentado a 7 de novembro, numa conferência online transmitida no canal da Ordem no YouTube.

    O estudo, da responsabilidade do Centro de Investigação em Contabilidade e Fiscalidade (CICF) do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA) e do Centro de Investigação em Ciência Política da Universidade do Minho, conta com o apoio da Ordem dos Contabilistas Certificados (OCC) e do Tribunal de Contas.

    A 18.ª edição do Anuário é da autoria dos professores Maria José Fernandes, que coordena a investigação, Susana Jorge e Pedro Camões.


    Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses 2021 

    Versão PDF

    Apresentação do documento


    Notícias relacionadas:

    Correio do Minho: Anuário apresentou melhores desempenhos financeiros – cinco municípios minhotos entram no ranking da eficiência

    Diário de Notícias: Vinte municípios ultrapassaram limites de endividamento em 2021

    Diário do Minho: AGERE é a empresa municipal com melhores resultados do país

    Eco: Lisboa fica com 19,6% da receita total de IMT do país

    Expresso Online: Receitas próprias das câmaras aumentaram em 2021 sobretudo devido à cobrança de IMT

    Jornal de Negócios: Dívida das autarquias aumenta em 2021

    Jornal de Notícias Online: Dívida a pagar pelos municípios cresceu 2,1% pela primeira vez numa década

    Notícias ao Minuto: Gastos com pessoal são maior fatia da despesa municipal e subiram em 2021

    Observador Online: Três quartos dos municípios sem resultados satisfatórios de eficiência financeira em 2021

    RTP Notícias: Endividamento das autarquias. Dívida aumenta pela primeira vez em 10 anos

    SIC Notícias: Vinte municípios ultrapassaram limites de endividamento em 2021

    TVI Notícias: Municípios mais pequenos são os que devem mais e há 20 que já passaram o limite – e em 2022 “será pior”, alerta ministra